Polícia Civil apreende submetralhadoras, pistola e mais de 100 munições em João Pessoa

Lucy Hartcrest
Por Lucy Hartcrest

Mandado de busca foi cumprido pela DEAM Norte no bairro de Miramar; armamento foi encontrado na residência de um investigado que já está preso

A Polícia Civil da Paraíba apreendeu duas submetralhadoras, uma pistola calibre 9 mm e 106 munições durante uma operação realizada no bairro de Miramar, em João Pessoa. A ação ocorreu nesta terça-feira, 1º de setembro, durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher da Zona Norte (DEAM Norte). O material estava em um imóvel relacionado a um investigado que, segundo a corporação, já se encontra preso.

A quantidade e o tipo de armamento encontrado chamaram a atenção durante o cumprimento da ordem judicial. Além das duas submetralhadoras e da pistola, os policiais localizaram 76 munições calibre 9 mm e outras 30 de calibre .40, totalizando 106 unidades. Todo o material foi recolhido para os procedimentos necessários e deverá ser submetido à perícia.

A operação é um desdobramento de uma investigação conduzida pela DEAM Norte. Conforme as informações divulgadas pela Polícia Civil, as diligências realizadas durante a apuração forneceram indícios de que armas e munições poderiam estar armazenadas na residência vinculada ao investigado. Com os elementos reunidos, foram adotadas as medidas para obtenção e cumprimento da ordem judicial.

Investigação levou policiais até imóvel em Miramar

A apreensão não ocorreu durante uma abordagem aleatória. Segundo a Polícia Civil, foi o trabalho investigativo desenvolvido pela delegacia especializada que levou as equipes até o endereço no bairro de Miramar. As informações obtidas durante o inquérito apontavam para a possível existência de armamento no local.

Com base nesses elementos, a Justiça autorizou a busca no imóvel. Durante a diligência, os agentes localizaram as armas e munições que passaram a integrar formalmente o material relacionado à investigação.

O fato de o investigado já estar custodiado no sistema prisional não encerra as apurações. A localização do arsenal abre uma nova frente para que os investigadores procurem esclarecer a procedência das armas, as circunstâncias em que foram armazenadas e sua eventual relação com outros fatos investigados.

A Polícia Civil não divulgou, nas informações disponibilizadas inicialmente, detalhes que permitam estabelecer publicamente a origem das submetralhadoras ou afirmar se elas foram utilizadas anteriormente em algum crime. Essas questões dependem do avanço da investigação e dos exames periciais.

Duas submetralhadoras e pistola foram apreendidas

O balanço divulgado pela Polícia Civil contabiliza três armas: duas submetralhadoras e uma pistola calibre 9 mm. Também foram recolhidas 106 munições, divididas entre 76 unidades de calibre 9 mm e 30 unidades de calibre .40.

Depois da apreensão, o armamento e as munições foram encaminhados para os procedimentos legais. O material deverá passar por perícia técnica no Instituto de Polícia Científica (IPC), etapa que pode fornecer informações importantes para a continuidade da investigação.

A análise pericial de armas permite verificar diferentes características do material apreendido. Os resultados poderão posteriormente ser incorporados ao inquérito e utilizados pelas autoridades responsáveis pela investigação.

Até o momento da divulgação da ocorrência, a Polícia Civil concentrou as informações públicas na apreensão e no trabalho investigativo que levou ao cumprimento da busca, sem apresentar conclusões antecipadas sobre eventual utilização das armas.

Material permanece à disposição da Justiça

Depois de recolhidas, as armas e munições permanecerão à disposição da investigação e do Poder Judiciário. A perícia representa uma das etapas seguintes do trabalho policial e poderá ajudar a esclarecer pontos ainda não respondidos pela apuração.

O cumprimento do mandado também demonstra como informações reunidas ao longo de uma investigação podem resultar em novas diligências. Neste caso, os elementos obtidos pela DEAM Norte indicaram a possível presença de armamento no imóvel e fundamentaram a adoção das providências judiciais necessárias.

A continuidade do inquérito deverá buscar esclarecer as circunstâncias envolvendo a manutenção das armas na residência. Qualquer eventual responsabilização adicional dependerá das evidências reunidas e das conclusões das autoridades competentes.

A apreensão realizada em Miramar passa agora a integrar o conjunto de elementos analisados pela Polícia Civil. As duas submetralhadoras, a pistola e as 106 munições serão submetidas aos procedimentos técnicos e legais enquanto a investigação continua.

Operação ganha repercussão nesta quarta-feira

Embora a apreensão tenha ocorrido na terça-feira, 1º de setembro, o caso continua repercutindo nesta quarta-feira, 2 de setembro de 2026. A ocorrência ganhou destaque em veículos paraibanos após a divulgação das informações pela assessoria da Polícia Civil.

O caso chama atenção principalmente pelo tipo e pela quantidade do material encontrado em um imóvel localizado na capital paraibana. A presença de duas submetralhadoras, além da pistola e das munições de dois calibres diferentes, torna a perícia especialmente importante para determinar as características e a situação das armas.

Até que os exames sejam concluídos e novas informações sejam apresentadas oficialmente, não é possível estabelecer outras relações entre o arsenal e eventuais crimes. A investigação segue sob responsabilidade das autoridades policiais.

Com a apreensão, a Polícia Civil agora concentra esforços na análise do material e na continuidade das diligências. Os resultados periciais e os demais elementos reunidos poderão definir os próximos passos do inquérito e esclarecer a origem e o contexto em que o armamento era mantido no imóvel de Miramar.

As informações centrais são confirmadas por publicações de 1º e 2 de setembro de 2026, que atribuem os dados à assessoria da Polícia Civil da Paraíba. (Repórter PB)

Fontes: PB Agora — ocorrência em João Pessoa · Repórter PB — repercussão em 02/09/2026

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